quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Religião e sociedade










Para encontrar uma parcial primazia de compreensão sobre o papel antropologo da religião na sociedade,vi a proveitosa necessiadade de buscar no tempo,ou seja,na história a pretensão de entender os antagonismos,as balelas espirituais e tudo aquilo que compõe o relevante encaixe entre um e outro ao longo do tempo até a sociedade contemporânea.No antigo Egito a relação da civilização com a religião e sociedade em seu processo de desenvolvimento social mostra uma relação apegada e direta.Os egipcios tinham como principal atividade econômica a produção agricula de modo geral destinada a prover a necessiadade de toda a população.Egipcios denotavam um vínculo emocional e religioso a seus êxitos agricula.Suas narrativas enfáticas dos fênomenos da naturaza envolvendo deuses,mostravam a devoção por Osíris,deus da fertilidade com poder julgar os mortos,representado pelo pelo rio Nilo;Um Soberano professor da agricultura e metalurgica.E Ísis,deusa da naturaza,representada pela terra fecundada pelo Nilo;professoras das artes domésticas e da tecelagem.

Quando buscamos algumas origens sobre religião e perguntas atuais frequentes sobre os entraves religiosos,nada tem tido mais atenção do que a questão do Oriente Médio e seu antagonismo secular entre Árabes e Israelenses.A presença de uma diversidade étnica,religiosa e cultural fomentou na criação de inumeros preconceitos,ódio e tragédias marcantes entre esses povos que,não por um acaso,geograficamente convivem em eternas disputas por territórios.Um ponto que permiti entender um pouco a origem de tanto ódio é o fato de serem o berço das três principais religiões monoteísta:o judaismo,islamismo e o cristianismo.Tal situação implica em uma segregação decorrente de todo ódio possível entre eles.
A antiga Grécia mostrava além de toda sua criação referente a arte,democracia,filosofia,literatura,cujos ensinamentos eram obrigatórios na sociedade grega,denotava um cunho intenso de que a religião está presente em todos os aspectos da vida;na política,nos costumes,na cultura ect.Com uma religião politeísta os gregos atribuiam a praticamente tudo em suas atividades e seu cotidiano aos deuses e semideuses.


Na Idade Média a Europa foi fundadora de muitos acontecimentos que contribuiram para a sociedade que compomos hoje.Dividida em Alta e baixa Idade Média entre os séculos v e xv,a Idade Média eregiu as primeiras universidades e com a crise feudal o comércio emergiu com a atuação de diversas moedas no renascimento do comércio pós feudalismo,situação que provocou a necessiadade de câmbio dessas moedas,o que ocasionou na participação de cambistas que com passar do tempo passaram a fazer emprestimos e operações financeiras.A situação criou umas das instituições cada vez mais proeminente nos dias atuais,os bancos.
Um fato relevante proveniente da Idade Média foi a criação e a estruturação da Igreja Católica,desde então,popular e participativa na sociedade.E verificando a evolução da sociedade e da religião com o passar dos séculos,buscamos discernir o que vem a ser religião,crença,fé e como isso interfere na vida de um cidadão.A Igreja Católica,por exemplo,surgida simultaneâmente com o sistema feudal mostrou-se pouco a pouco robusta na economia da época.Representada pelo Clero,ocupava o topo da ordem econômica da Europa Ocidental e suas atuações não se restringiam apenas no âmbito religioso,de modo que seu maior crescimento a princípio foi o acumulo de terras doadas por seus fieis,eregindo um dos melhores negocíos de compra e venda da época.Multiplicando propriedades,construindo imensas igrejas em uma longa fase de carência aquisitiva da maioria população.A participação da Igreja Católica nesse sistema que durou do século v ao xv serviu para a ascensão perene de uma empresa religiosa que enrriqueceu
apoiada na ignorância em massa e apenas contribui para deixar o imobilismo da época ainda mais inexorável.


Recentimente foi ao ar uma reportagen muito chocante sobre a Igreja Universal pela emisora de tv Rede Globo que disia entre muitas especulações a abertura de inquerito contra Igreja Universal por lavagen de dinheiro e formação de quadrilha.Dito que,tal igreja usurfrui da lei que isenta as igrejas de impostos para criar empresas secundárias com os lucros da igreja,que sabemos amigos leitores,que é mais empresa do que de fato uma igreja.A empresa matem lucros anuais bilionários,segundo afirmação da emissora concorrente (Globo),fazendo lavagens de dinheiro e criando furtivas contas no exterior.Tambem não podemos deixar de inquirir a ligação dessa igreja com a política,seus ex-pastores eleitos deputados,a carreira política de Crivella e o que não está aos olhos de todos,mas podemos interpretar certas façanhas jurídicas como um vínculo com a estrutura do legislativo e do judiciário.O fato é que,indícios desse cunho contra a Igreja Universal não é novidade, inqueritos antigos já foram,até mesmo,arquivados por autoridades de vários países.

Passei,pela pesquisa do texto,a uma perseguição de uma boa definição de especialistas para a palavra religião e percebi que não existi efetivamente uma.Concluí que bem ou mal cada raciocínio tem a sua e a adiministra a seu modo,cada um com sua capacidade de discernir e desenvolver um tipo de crença e aplica-la da forma que melhor lhe encaixe,uns com mais friesa e uns com mais emoção naquilo em que julgam necessário para viver.
E quanto a sociedade,diferenciando-se de país para país,de período para período,comunista,socialista ou capitalista,mostra-se sempre ligada na lei do mais esperto sobre aqueles com a formação mais simplória.

(Avner Ribas)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

A economia


A economia tradusida pelo dicionário é:ciência das leis que regulam a produção,a distribuição e o consumo dos bens materias/emprego moderado e proveitoso do dinheiro.
De certo que nem tudo na economia se define assim com tão simples objetividade entre os muitos caminhos,setores,conselhos monetários..ect..Ou seja todas as características envolvidas nas análise de aplicações e resultados.Creio que economia é um quebra-cabeça com oscilações,e como todo bom quebra-cabeça exige paciência dos envolvidos,não é muito difícil de imaginar um grande quebra-cabeça quando se pensa em economia.O que é legível diser é que cada peça tem grande valor na ascensão e no aceleramento dela,Pode-se afirmar com segurança que cada encaixe ao sofrer algum tipo de ausência deixa um buraco na economia.

No Brasil fala-se muito da economia de forma pessimista para a maioria.Fala-se da tão incorporada concentração de nossas inumeras riquezas,de nossos serviços básicos defasados e negligênciados,de quanto somos em maioria vulneráveis em relação as questões já há muito tempo polémicas,mas entretanto sem qualquer resolução significativa
aos que agonisam diariamente,insistindo sobreviver sem os pilares básicos da civilidade.Pessoas que vivem em um mundo de impossíbilidades educacionais,culturais,de moradia,de laser..ect ..A pergunta é inevitável;que tipo de econômia estamos construindo em país desse cunho.?Um exemplo prático é ver como os meios de comunicações exaltam diáriamente o esporte,os atletas brasileiros quando estão em evidências e conquistam resultados importantes.Mas o que não fica claro é as grandes dificuldades que a grande maioria dos atletas passam ao escolherem esse caminho demasiadamente arriscado quando se trata de um país indiferente com o suporte consentâneo aos atletas.A ligação,quase insignificante,que o governo oferece entre o esporte e educação.Convenhamos,é notória a importância da formação consistente que ambos juntos podem fazer.A educação e o esporte são eficiêntes caminhos de formação tanto ao profissional quanto ao cidadão.

Poderia inumerar críticas à nossa política socio-econômica,pois ela me dá abertura a todos os tipos de desilusão social,aos poucos que compartilham a idéia de que o crescimento coletivo está intrínsico com o real desenvolvimento sobre todos os aspectos possíveis de uma siedade,mesmo sabendo da característica irrefutável do homen de ser competitivo e buscar destacar-se de algum jeito.No entanto,interpreto para min o modo erroneo como lidamos com esses valores,muitas veses pelo puro praser do modismo consumista que impulsiona o exibicionismo futil dos que possuem valores confusos.
Ver os impasses de modo coletivo é tentar encontrar alternativas coesas para a real consistência do nosso país,buscando somar forças.O fato de ter uma sociedade tão claramente fora de nivelamento nos dá um problema pelo qual não devemos nos conformar.
Gosto do tema economia porque ela centraliza muitos de nossos insucessos visto nas disparidades muito caracterizada pelo Brasil,tento passar a idéia de que é importante pensar em soiciedade com a incansável tentativa de mitigar nossos agravantes negligenciados há décadas e governos.


(Avner Ribas)

O Brasil e os BRICs


Hoje se fala que os países do BRIC, formado por Brasil, Rússia,
Índia e China, estão entre aqueles de maior potencial de crescimento
no mundo. Seriam esses países do futuro, a nova fronteira de
crescimento da economia mundial. Como brasileiros, queremos
compartilhar desse otimismo, mas a verdade é que temos ainda
muitas restrições para participar desse grupo de países de
crescimento rápido.
Podemos sim modificar essa realidade se tivermos claro quais
as principais restrições que nos colocam na lanterna do crescimento
entre os BRICs. Apenas para ficar com a comparação do crescimento
nessa década, quando tivemos um período e excepcional crescimento
do fluxo de comércio internacional no mundo, o Brasil foi
consistentemente o País do BRIC que menos cresceu em todos os
anos dessa década. Mesmo nos anos de maior crescimento do PIB do
Brasil, quando crescemos 5,7% em 2007, Rússia, Índia e China
cresciam acima de 8% ao ano.
Para modificarmos esse cenário sombrio, precisamos recuperar
uma agenda de reformas baseado em uma reforma tributária,
reforma do estado voltado para maior eficiência que leve ao aumento
da capacidade do setor público de investir, reforma educacional para
colocar nossas universidades no grupo de elite mundial, e incentivos
mais consistente e maiores à inovação em todos os setores da
economia brasileira. Infelizmente, essa agenda no governo atual não
existe.

O livro de Ouro da Mitologia


Para quem tem o interesse de saber quais foram as primeiras explicações geradas pela mente humana, seja para coisas cotidianas como fenômenos da natureza, seja para grandes questões filosóficas ainda hoje recorrentes como a origem da vida, este é um excelente livro para começar.

Em um texto direto e bastante didático, Bulfinch narra os principais contos da mitologia grega (romana), passando brevemente pela egípcia, nórdica e hindu. Eu particularmente recomendo especial atenção a alguns capítulos, é que você não precisa ler o livro todo para aproveitá-lo (embora valha muito a pena fazê-lo), muitos capítulos não são dependentes dos seus predecessores. Aqui vão os principais na minha opinião:

I (Introdução);
II (Prometeu e Pandora),notem a semelhança com a história narrada na Bíblia, em poucas linhas; os Titãs haviam criado um mundo perfeito apenas usando atributos positivos e quando foi confiado a uma mortal, Pandora, a tarefa da transportar a caixa com tudo que sobrara, todos os atributos ruins, ela, movida por sua curiosidade, abriu a caixa liberando-os para o mundo e acabando assim com o “paraíso” construído, eu não sei, mas me lembra muito a maçã que Eva comeu e induziu Adão a comer expulsando-os assim do paraíso construído por Deus;
III (Dafne e Apolo), para entender a expressão “conquistar os louros da vitória”;
XX (Teseu –Dédalo – Castor e Pólux), especialmente pela narrativa sobre Teseu;
XXI (Baco e Ariadne);
XXVII, XXVIII, XXIX, XXX, XXXI, XXXII, XXXIII (todos relacionados à guerra de Tróia e seus desdobramentos);
XXXIX (A visita de Tor a Jotunheim),um capítulo acerca da mitologia nórdica que também é bem interessante.

Enfim, um livro suave para ser apreciado como um livro de contos que realmente é.

Muito bom, para quem se interessa pelo assunto.

DOWNLOAD Em: http://rapidshare.com/files/211693368/ThomasBulfinch_-Livro_de_Ouro_da_Mitologia_By.ColdFire.rar

Mitologia - Encontrando em seus simbolismos a verdadeira arte de viver


Nos chama muito a atenção o que vem acontecendo, pois em pleno século XXI, com tanta tecnologia e tantos recursos, estamos perdendo e nos distanciando cada vez mais da arte de viver. Há algo errado, pois vivemos o século das comunicações o qual as pessoas estão cada vez mais incomunicáveis. Vivemos uma grande solidão e desencontro e nunca a arte de viver foi tão esquecida.

Nossos direitos foram esquecidos, no país violento o qual vivemos a primeira coisa que nos tiraram foi o direito de ir e vir, nossas casas são verdadeiras cadeias públicas, confortáveis até, mais por fora grandes muros, grades e câmeras, uma espécie de Carandiru elegante. Mas o prazer de viver e poder sair de casa sem desconfianças e medo, isso se chama civilidade. Podemos ver na república de Platão quando ele fala de criar a polis, e uma polis não pode existir sem que o cidadão tenha todos os seus direitos reconhecidos e que seus direitos e deveres respondam por uma liberdade de ser.
Infelizmente com o avanço das tecnologias foram esquecidas todas as questões humanas, em um pretenso avanço muitos acham que a tecnologia, a internet e computadores em sala de aula podem formar um ser humano.
Vivemos um século e que as pessoas deixaram de viver seus sonhos simplesmente por almejarem o status social e uma gorda conta bancária, e esta é a razão do porque de muitos sentirem o grande vazio em suas vidas, o esquecimento da arte de viver!
Encontramos nos dias de hoje a grande crise do mercado de trabalho, a cada momento são mais difíceis as oportunidades de inclusão do jovem ao mercado, porém os responsáveis são os próprios jovens que em busca apenas de uma carreira financeira de status e maior poder aquisitivo se esquecem que o mais importante é a paixão e o prazer pelo que realmente se deseja.

Na Grécia arcaica, encontramos a época na história da humanidade onde a sabedoria era voltada para a arte de viver, onde a formação e educação do homem era aquilo que Sócrates colocou com muita clareza: Primeiro a educação da virtude e a arte de governar os vícios, a coragem de ser verdadeiro e assim se revelar. Para o conhecimento, ora haverá a vida toda para isso, mais se você não ensinar o jovem a arte de ser verdadeiro e a coragem de ser, muito cedo a mentira e as covardias se instalaram e nuca mais você poderá extirpá-las.